estressados anônimos – dia 1

Venho deixar meu testemunho do primeiro dia de novas atitudes para tentar mudar meu comportamento.

Depois desses dias me estressando tanto, muito triste, para baixo (como exposto um pouco nos posts anteriores), resolvi que era hora de tomar alguma atitude para repensar minha situação. Compreendi que não poderia mais continuar assim, me rebaixando, me estressndo, me aborrecendo, cultivando o pessimismo à minha volta, me prejudicando, isso tudo é muito ruím, e gruda, acumula. Então coloquei na cabeça que hoje tentaria não me estressar, não me aborrecer. Ou melhor, tentaria rir um pouco mais, curtir um pouco mais, me preocupar menos, mas sem forçar a barra ou ficar na cabeça com “hoje não posso me estressar”, pois isso iria criar uma meta e compromisso que talvez se tornasse uma coisa obsessiva, e não iria adiantar de nada, viraria outro problema.

Passei uma manhã tranquila, levando o trabalho (mesmo que pouco tivesse para fazer), fiquei escutando muita música, procurando e relembrando coisas curiosas e divertidas, procurando conhecer coisas que já despertavam minha curiosidade. Acho que foi uma sessão musical das mais variadas e divertidas que já parei para ouvir, e foi muito, muito bom. Sorri mais, brinquei mais, curti mais, e pouco me importei com coisas pequenas. Nada estava realmente sendo uma grande farpa ou cisco nos olhos que pudesse me tirar do sério. Tentei me preocupar menos e isso funcionou bem.

Só agora de noite, que um momento de cair a ficha e mostrar serviço fez me aborrecer um pouco. Mas como já havia passado um dia quase inteiro de relativa paz, acabei deixando que um pouco de explosão fluísse, acho que foi necessário. Infelizmente foi necessário, mas bate um arrependimento, uma coisa que não é legal. Enfim, explodi, me contive um pouco, o necessário, mas explodi também um pouco. Confesso que chutei uma porta de elevador e num desespero interno coloquei a cabeça pra fora da janela e soltei um grito-eu-não que precisava se libertar, precisava aliviar.

Mas mesmo com essa recaída no final, e com o cansaço enorme que sinto no momento, sinto que foi um dia mais positivo, que o saldo foi bom. Me fez ver que é possível, me fez voltar a acreditar.

Agradeço muito a quem veio, leu e comentou, que têm me dado força. Agradeço minha namorada e amigos. Agradeço por existir música, por existir alegria, por existir essa energia positiva que pode nos preencher quando precisamos.

Valeu, vou experimentar isso nos próximos dias. =)

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6 pensamentos sobre “estressados anônimos – dia 1

  1. Eu já estive estressada assim e sei como é…mas olha, não muda nada e ainda nos causa consequencias fisicas e psicologicas…

    O melhor é lutar com bom humor!

    Bjos em teu coração viu?

  2. Eu te entendo, meu caro… Tem dias, e são quase todos, que a demagogia do mundo e, principalmente, do trabalho, enlouquecem qualquer um que não seja idiota o suficiente pra não perceber o que se passa….

  3. Perfeita colocação, Lia.
    Quando achamos que está tudo bem, é melhor repensar e cutucvar mais um pouco pra ver o que está havendo…

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