sabia que …

Sabem que eu sou uma pessoa meio nostálgica, né? Daquele do tipo que gosta de ver as coisas no lugar, de saber que pode ter, ao menos ver, … ao menos imaginar as pessoas próximas. Talvez só alguém à moda antiga, que de moda não entende lá muita coisa, mas de antigo, acaba vendo um certo futuro… ou melhor deixar pra lá. Alguém de reticências (…) e alguns risos (rsrs).

Que se dane filosofar. Filosofamos diariamente, ao viver a vida.

Mas uma das coisas que me reservo ao direito é de ser aquele tipo de pessoa que valoriza certas coisas (espero que boas). E sendo assim, parecendo um vovô do setor (tá bom, um tiozinho descolado e cabeludo), mas já virei várias páginas lá onde trabalho. Recebi, compartilhei, aprendi (muito e sempre), mas infelizmente às vezes chega o momento da despedida. A minha sorte é que até hoje nenhuma despedida foi um “adeus”, às vezes é um “aparece qualquer dia pra almoçar ou bater um papo” ou “te mando e-mail com aquelas paradas” ou “pode me ligar pro que precisar” ou “pode contar comigo sempre” ou “te ligo amanhã sem falta” ou “amanhã nos vemos de novo, não vai se livrar de mim assim tão fácil” ou “te amo”. Mesmo as despedidas meio doloridas, aquelas que não se poderia nem imaginar, mas nada de ruim fica. E é cada página dessa que faz a vida valer a pena, se não são as pessoas que a gente conhece, as coisas que a gente aprende, ensina, compartilha, as boas marcas que ficam registradas na nossa mente e coração, sem isso nada valeria, nada faria sentido.

Por isso cada pessoa que passa ali para trabalhar, estudar, conviver conosco é única, importante e trás coisas novas, fatos novos, e de certa forma enxergamos a vida um pouco diferente, de outro ponto de vista, nos tocamos que precisamos atentar a tantas outras coisas e opiniões, que nos vemos (no bom sentido) ignorantemente “serer aprendizes”, crianças engatinhando na arte de viver a vida. E sabe o que as crianças fazem de melhor? Sorriem, perguntam, questionam, são mais lúdicas, criativas. E porque não poderíamos dizer que são mais vivas, diante disso tudo? Então cada nova amizade é um engatinhar junto, um “ver as novas cores na caixa de lápis de cor, e como elas se misturam no papel dando centenas de novas cores”.

Então agradeço essa oportunidade, de dar e receber, de conhecer, de ver cada pessoa nova fazer parte desta equipe, e com coração meio apertadinho quando ela vai embora, mas sabendo do sucesso que terá ao vivenciar novas experiências.

Portanto agradeço a cada pessoa, cada amizade você fazer parte disso.

~ ~ ~

Adaptado do e-mail de despedida que enviei para equipe da qual faço parte, em especial para a Lílian, que teve hoje o último dia de estágio.

~ ~ ~

> Ouvindo: Punkake

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