antes tarde do que nunca

Aprendi, acho que até um pouco cedo, que certas coisa na vida não devem ser levadas muito em conta ou não tão a sério assim. Ou pelo menos acho que devemos valorizar coisas que valem mais a pena. Por exemplo, não adiantar ficar me matando de trabalhar, receber tapinhas nas costas e congratulações, se na real, as pessoas não estão nem ai para isso (ou fazem isso pois sabem que algumas pessoas fazendo um trabalho bem feito, estarão tirando a pescoço de outros da reta). Busco valorizar meu trabalho, e realizar de uma forma que julgue correta e que me traga prazer e o mesmo para quem depende ou se beneficie dele.

Cansei de várias cosias já.

Não há condição de arriscar minha saúde, minha sanidade, meu namoro, meu final de semana, minhas horas … por conta de “horas extras” ou pendências que já não me dizem respeito. Já disse alguns “não”, e é assim que será, cada vez mais, até sentir esse desrespeito. Largo de mão e não julgo mais necessário me comprometer com quem não se compromete, nesses casos, prefiro me omitir. Sei que não é o certo, mas não posso abandonar outras coisas que devo ou quero fazer, não posso desatar outros nós, desfazer planos ou largar de lado minhas vontades e convicções.

O comodismo é um mal parasitário. Juventude perdida é o caralho. Eu tenho muito mais pra dizer.

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Ouvindo: Os Replicantes – Problemas / Forfun – Hidropônica / Forfun – Good Trip

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