híbrido

Era para se intitular “entre CDs e HQs”, mas para que ser tão literal? Bem, já que entreguei de bandeja e estraguei a surpresa, vamos lá ao que interessa.

Final de semana passou e aconteceram alguns fatos que me fizeram repensar coisas. Na sexta-feira fui encontrar o povo louco e rabiscador no Chopp Criativo, acabou que me permiti ficar até um pouco mais tarde pela rua na companhia de bons, velhos e novos amigos. E isso foi ótimo. Nem parecia que tinha ido dormir  2 e 4 horas nas madrugadas anteriores, e naquela noite chegava em casa por volta de 1 hora, parece que o cansaço só viria mesmo nos breves descansos de sábado ou domingo, e assim foi.

Sábado acordei um pouco cedo e fui ao Méier levar umas encomendas de buttons e passear um pouco, passando pela Metrópolis ver umas revistas em quadrinhos. Antes passei pela Outside CDs e incrivelmente estava fechada. Fui dar um rolé rápido e ver a muvuca já da Páscoa. Voltei pra casa ligeiro debaixo de sol, almocei, tomei um banho e voltei para a segunda maratona pelo Méier. Dei um mega pulo novamente na Matrópolis e comprei HQs (velhas e nova) e saí doido por um copo de água salvador, ufa! Depois de andar um pouquinho voltei a Outside para ver a farra que o povo iria fazer lá botando um som e jogando conversa fora. Realmente “outside”, parece uma realidade alternativas, fora do tempo, sem um tempo definido, sem preocupações externas viciosas e viciantes, sufocantes. Punks, alternativos, caretas, despreocupados, cansados, limpos ou suados, surrados, não importa, são (somos) pessoas de verdade, cada história…

Sábado teve a tal “hora do planeta“, talvez eu não tenha economizado tanta energia ali no horário correto, mas me permiti então um final de semana inteirinho sem ligar o computador, offline. Ou melhor: online, conectado comigo mesmo, café da manhã bom com a Lili, namorando, programas leves na TV, filmes simples, revistas em quadrinhos, preguiça, passeio pelo CCBB, pizza e cabeça leve.

A vida muda em atos simples que tomamos.

Segunda-feira reencontrei um grande amigo pra jogar conversa fora e pegar um material para produzir. Milkshake no Bob’s é algo tão antigo mas tão bom.

E para fechar esse papo todo, nada mais analógico que encontrar um povo mega legal, divertido e interessado por realmente fazer a diferença. Fui encontrar o pessoal do grupo Lomo-RJ no Espaço de Cinema do Estação em Botafogo pra ver um projeto de fotografia analógica. Cheguei, fui no sebo (sebo é sempre muito bom!), depois sentei, abri meu livrinho, li um pouco e logo foram chegando. Nem me toquei da hora, minha namorada quase chegando em casa e eu saindo ainda de Botafogo pra pegar um ônibus pra Vila Isabel e depois Lins.

Ah, mas porque “entre CDs e HQs”? HQs é óbvio, terminei finalmente de ler “Fábulas #7“, voltei a começar a ler “The Umbrella Academy” e ainda tem mais um monte de revistas para ler. E estou aqui ouvindo CD da banda Nocturno, alternativa, do Eduardo Pletsch (da Outside CDs). Que álbum, excelentes composições, produção, tudo impecável, muito bom. Quem quiser ouvir, recomendo que vá pegar o CD direto com ele.

~ ~ ~
Ouvindo: Nocturno

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2 pensamentos sobre “híbrido

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