cara a cara

De cara nos caras a nossa volta. Encarar e ver que pouca coisa é, pouco se esforça ou economiza, tão caro é o vazio convívio com aquilo e aqueles que nos parecem estranhos, mas são tão a gente como se fossemos nós mesmos, fora do espelho.

Esbarramo-nos, estranhamo-nos como dando socos cegos em pontas de afiadas facas, afiadas linguas as nossas que cismam em cair fora da boca na hora errada. E as relações, amizade e amor, onde encontramo-nos em vez de esvaziar?

Falta esse amor antigo ou mesmo o novo reinventado na contenporânea ebulição das rápidas revoluções. Falta a falta que a falta faz. Falta o sentido de perguntarmo-nos onde está a inocência do sentimento e sinceridade maior que qualquer sentido.

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