uma cor

Senti gosto diferente em uma nova cor que provei. De muitas novas cores é feito o mundo. Tantos azuis e ocre, tantos verdes e tantos tons de pele, do roxo, preto, de azul ao vermelho dos olhos. Sabor intenso. Do pouco que provei nem bêbado fiquei, mas com sentimento vacilante, pernas bambas e mente ainda mais sonhadora.

Trôpego, afundei…

Uma luz bonita jorra dos meus olhos, mas às vezes cego, por fechá-los ou por não saber em que túnel me meti.

Cor composta, cor ausência. A soma que pode escurecer ou trazer luz, depende apenas do meio poético. Não de meia poesia. É preciso brincar com tons, saturar, arriscar as misturas, danem-se os números, provar as cores. Combater vazio, preenchendo com arco-íris.

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