páginas rasgadas

Por onde começar? Talvez por um passado não tão distante onde tudo era mais ou menos diferentemente um pouco igual como hoje. Parece meio louco, parece muito tempo, mas ao olhar no espelho, as marcas no rosto não mudaram tanto assim, os traços. Infinitamente a essência está e estará lá. Que bom.

Acho que daquela época não imaginava crescer, não fazia ideia do que viria, seria e veria. Vim até aqui vivendo, errando e aprendendo, escrevendo em erros, acertando, rabiscando meio torto, fazendo escolhas e acreditando nelas. Tudo que conquistei, tudo que perdi, pessoas que conheci e pessoas que iluminaram os caminhos. Devo muito, não nego, e pago com aquilo que sou e posso ser.

Rasguei rabiscos, rasguei futilidades, revisitei alguém e reli um outro eu muito mais parecido com o que estava faltando em mim hoje: dúvidas! E dúvidas boas que me fazem pensar.

Quando joguei fora páginas de escritos de um passado incerto, joguei apenas aquilo que parecia da boca para fora. Pois nunca abandonei e nunca abandonaria quem fui, por mais dor e choro que houvesse, por menor que fosse, por mais simples ou imaturo, coube a mim seguir em frente e chegar até aqui.

Voltei no tempo. E percebi que avançarei muito mais pelo tempo, preenchido de força e preenchendo de amor e sentimento, de lágrimas, risos, expectavivas, sonhos, idealizações e descobertas.

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