o poeta pede passagem

O poeta caminha em silêncio pelas ruas, dribla buracos como quem baila num salão. Cruza olhares e imagina histórias como gato emaranhando fios de lã, brincando, tecendo verdades paralelas, amores e colorindo de vidas em páginas não escritas. 

O poeta pede passagem, para enveredar por vias, veias, mentes e corações, corroer dissabores, colorir e perfumar os amores. O poeta paga passagem, tem na sua arte a moeda de troca, oferece seu coração em palavras escritas ou declamadas numa praça, debaixo de uma árvore florida. 

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